“Jamais esquecerei quando encontrei Amaro Freitas pela primeira vez. Eu trabalhava como diretor da Montreux Jazz Academy, que reunia alguns dos melhores músicos de todo o mundo. Amaro foi o último a se juntar a nós. Quando sentou ao piano, o tempo parou. Ele tocou e tocou, e cada nota crescia e gerava novas possibilidades, histórias dentro de histórias. A amplitude de execução e o dinamismo emotivo me preencheram de luz. O que eu ouvia ali era Sankofa encarnado, uma expressão de importância do resgate, no presente, de conhecimentos adquiridos no passado. Suas mãos carregavam histórias e verdades em cada frase. ‘Sankofa’ seria sua última oferenda na jornada em direção à grandeza. Um rei.”, comenta o trompetista Christian Scott Atunde Adjuah