Essa campanha – pura afronta ao status quo – e seus desdobramentos é o que você vai poder acompanhar nesta Leitura Coletiva. O autor, Toni Grado, apresenta uma protagonista sem filtros e sem medo. Ela enfrenta adversários experientes, desmascara a corrupção e propõe ideias radicais, a exemplo da proposta de liberação das drogas como estratégia para enfraquecer o tráfico. Em um contexto marcado pelos clichês da propaganda política, Chris ganha espaço justamente por ser genuína — mesmo quando chama os eleitores de “otários”.
Toda essa ousadia, porém, tem um preço alto. Quando as ameaças e agressões começam a colocar a vida da personagem em risco, surge uma proposta impensável: uma aliança com “Não Branco”, o temido chefe do narcotráfico e mente estratégica por trás de Greenville, bairro pobre ameaçado por uma invasão militar. Por trás do mito, existe Arnio, um homem complexo que enxerga em Chris uma aliada, e talvez uma chance de redenção para sua comunidade.
A partir desse momento, a linha entre moralidade e sobrevivência se dissolve e ela precisa decidir até onde pode ir sem colocar a vida em risco. Em Não branco não homem: campanha, alianças e impostores, o leitor mergulha na mente de Chris por meio de seu diário, um espaço íntimo onde mistura reflexões, ironias e dilemas sobre identidade.
O terceiro volume da saga é muito mais que uma sátira política: é um retrato brutal da busca por liberdade em meio ao caos. Uma narrativa provocadora sobre o que significa ser verdadeiro em um mundo movido por aparências e interesses.
Prepare-se para uma leitura explosiva, onde paixão e poder colidem nos limites da moralidade!
A leitura deste livro é independente — você não precisa ter lido os anteriores para mergulhar na trama provocante. O autor preparou um breve resumo para situar os novos leitores e disponibilizará os dois primeiros volumes em e-book para quem quiser acompanhar a saga completa. Quer ganhar o livro, debater com outros leitores e com o autor? Inscreva-se já: https://forms.gle/6uJM8Trs8PyPWvdZ6
Conheça Toni Grado: o escritor é também músico e arquiteto, nascido e criado em São Paulo, onde vive até hoje. Desde cedo, dedicou-se à escrita de crônicas, contos e peças teatrais, como A Saga de Félix Farsa — premiada no I Concurso de Dramaturgia do SESI — e Vida Besta. Seu interesse por psicanálise e filosofia, influenciado por autores como Melanie Klein, Deleuze e Guattari, o levou a explorar temas complexos de desejo, moralidade e liberdade.
Em 2009, Toni transformou suas reflexões filosóficas em ficção acessível, culminando na saga Não branco não homem, que mistura sátira política, cultura pop e debates sobre moralidade, poder e liberdade. No romance combina inteligência, humor e coragem em histórias que dialogam com a realidade urbana e a alma brasileira.

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