Na gestação e durante o parto, o assoalho pélvico pode enfraquecer. Por isso, a terapeuta alega que a prática do Pilates no puerpério é essencial, já que foca no fortalecimento do Músculo do Assoalho Pélvico (MAP) para a continência urinária, fecal e função sexual, facilitando o retorno ao estado normal.
Além disso, o Pilates oferece um arsenal de benefícios, desde o fortalecimento do core até a melhoria da postura e mobilidade. “Também alivia dores nas costas comuns pós-parto, reduz o estresse e promove consciência corporal. No puerpério torna-se imprescindível trabalhar a mobilidade de coluna, o reforço abdominal e o fortalecimento e alongamento de rotadores de ombro, que podem estar encurtados devido ao posicionamento para carregar o bebê”, ressalta a especialista.
A decisão de iniciar o Pilates após o parto depende da saúde da mulher, tipo de parto e orientações médicas. “Geralmente, recomenda-se esperar cerca de 45 dias caso não haja nenhuma objeção médica”, conclui Josi.

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