No Dia Mundial do Veganismo, Jasmine reforça os benefícios da alimentação vegetal
Segundo Karla Maciel, nutricionista da marca, uma alimentação vegana bem planejada traz benefícios em diversos aspectos da saúde. “Uma alimentação vegana equilibrada oferece uma série de benefícios comprovados para a saúde física e mental, especialmente quando planejada com base em evidências científicas e em um estilo de vida consciente”, afirma.
Esse padrão alimentar costuma ser rico em fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais, ajudando na prevenção de doenças cardiovasculares, na melhora da sensibilidade à insulina e no controle do colesterol e da pressão arterial. Esses efeitos positivos se devem à menor ingestão de gorduras saturadas e ao maior consumo de gorduras saturadas e ao maior consumo de compostos bioativos presentes em frutas, legumes, verduras, grãos integrais, sementes e leguminosas.
Além da saúde física, a dieta vegana também pode favorecer o equilíbrio emocional. “Esses alimentos ajudam a manter níveis adequados de serotonina, favorecendo o humor, a qualidade do sono e o controle da ansiedade”, explica Karla. O triptofano, aminoácido precursor da serotonina, está presente em alimentos vegetais como a aveia, banana, sementes e cacau. Já nutrientes como folato, vitamina C e ferro, encontrados em vegetais verde-escuros, frutas cítricas e leguminosas, participam da síntese da dopamina, neurotransmissor ligado à motivação e ao bem-estar.
Veganismo é para todas as idades
Ao contrário do que muitos imaginam, uma dieta vegana pode suprir todas as necessidades nutricionais do corpo em diferentes fases da vida, inclusive durante a gestação, infância, adolescência e terceira idade. “Sim, uma dieta vegana pode suprir todas as necessidades nutricionais do corpo em diferentes fases da vida, desde que seja planejada de forma equilibrada e orientada por um profissional de saúde, como nutricionistas”, reforça. Ela destaca que o segredo está na variedade dos alimentos e na atenção a nutrientes específicos, como proteínas, ferro, cálcio, ômega-3 e vitamina B12, que podem exigir suplementação em alguns casos.
A alimentação baseada em plantas também pode contribuir com a redução de quadros inflamatórios no organismo, especialmente por seu efeito positivo sobre a microbiota intestinal. “O consumo regular de fibras prebióticas favorece o crescimento de bactérias benéficas, que produzem ácidos graxos de cadeia curta, substâncias que têm efeito anti-inflamatório e fortalecem a barreira intestinal”, afirma Karla.
Primeiros passos na transição
Para quem está começando a adotar o veganismo, substituições simples já fazem diferença. Fontes vegetais de proteína, como feijões, grão-de-bico, lentilha e quinoa, podem substituir carnes. Bebidas vegetais são boas alternativas ao leite, e a linhaça ou chia hidratadas podem entrar no lugar dos ovos em preparações como panquecas e bolos.
“A Jasmine é uma grande aliada nesse caminho, oferecendo uma ampla variedade de produtos integrais, vegetais e orgânicas que facilitam o dia a dia de quem está adotando o veganismo. Assim, o processo de transição se torna mais simples, nutritivo e inspirador, mostrando que é possível alimentar-se com consciência, prazer e equilíbrio, cuidando da saúde e do planeta ao mesmo tempo”, finaliza Karla.

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