terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Siba é atração da Troça Doido é Doido no Carnaval 2026 de João Pessoa



No sábado, 7 de fevereiro de 2026, a Troça Doido é Doido ocupa as ruas do Castelo Branco com música, diversidade e luta. O destaque da vez é Siba, um dos grandes nomes da música popular brasileira, em um carnaval que é festa, política e afeto coletivo.

🎭 Carnaval é rua, é corpo, é resistência

Tem carnaval que passa.

E tem carnaval que marca.

A Troça Doido é Doido chega ao seu Ano XIX reafirmando João Pessoa como território de cultura viva, insurgente e popular. No sábado, 07/02/2026, a concentração acontece no Armazém do Campo, no bairro do Castelo Branco, dando início a um cortejo que vai muito além da folia: é Carnaval é Cura — no corpo, na mente e na cidade.

E quando o assunto é potência, o anúncio fala alto: SIBA é atração confirmada.

🎶 Siba: voz que atravessa gerações e levanta multidões

Siba não é só show.

É chamado. É memória. É futuro.

Com sua trajetória ligada ao maracatu rural, às cirandas, ao frevo e à poesia afiada do Nordeste, Siba chega à Doido é Doido como símbolo de resistência cultural, reafirmando que carnaval também é território político, de luta e pertencimento.

Sua presença fortalece o espírito da troça: ocupar a rua com consciência, alegria e identidade popular.

🥁 Programação de peso (07/02 – sábado)

A Doido é Doido constrói uma programação diversa, democrática e pulsante, do jeito que o povo gosta:

16h20 – DJ Rebô

18h00 – Siba

20h00 – Tracundum

22h00 – Orquestra de Frevo Paraíso Tropical

23h00 – Batuqueria

Tudo isso embalado por fantasias, cores, suor, sorrisos e o brilho no olho de quem acredita que a rua é lugar de expressão e transformação.

📍 Novo percurso, mesma essência

Em 2026, a Troça Doido é Doido chega com novo percurso, mantendo a concentração no Armazém do Campo (Praça José Batista de Melo) e espalhando sua energia pelas ruas do Castelo Branco.

É o carnaval que não pede licença.

É o carnaval que ocupa.

✨ Por que estar lá?

Porque a Doido é Doido não é só festa.

É encontro.

É afeto coletivo.

É cultura como ferramenta de luta.

Se você acredita num carnaval plural, popular e politizado — esse é o seu lugar.

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