quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Grinder transforma fúria, crítica social e inquietação humana em manifesto sonoro no álbum de estreia “O Ódio Ainda Queima”



Crédito: Mauro Fy (@maurofyoficial)

O cenário do metal brasileiro ganha um novo e contundente capítulo com o lançamento de O Ódio Ainda Queima, álbum de estreia do Grinder, projeto paulista de thrash metal que surge com força, identidade própria e um discurso direto, visceral e profundamente conectado à realidade contemporânea.
O trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais e reúne 14 faixas cantadas integralmente em português, reafirmando a potência expressiva do idioma dentro do metal extremo.




O Grinder nasceu como desdobramento criativo do vocalista Rodrigo ‘Grinder’ Ortiz, da banda Attack Force, de Atibaia (SP). Com as atividades do grupo em pausa por tempo indeterminado, a necessidade de continuar criando e se expressando artisticamente impulsionou a construção de um projeto que mantém a essência do thrash metal, mas amplia suas possibilidades sonoras com elementos do death metal e passagens que dialogam com o heavy metal tradicional.




O Ódio Ainda Queima é um trabalho de identidade forte e caráter profundamente autoral. Todas as letras e arranjos são assinados pelo próprio idealizador do projeto, refletindo inquietações pessoais, observações sociais e reflexões sobre o comportamento humano em suas dimensões mais sombrias e complexas.




Faixas de O Ódio Ainda Queima:




Mórbida Mente

Porcos no Comando

Altares Profanos

Insanidade

Ratos de Guerra

Pânico

Correntes Quebradas

Muralhas de Vidro

Zumbi Digital

Lágrimas de Sangue

Ruínas do Tempo

Ecos do Vazio

Heróis Esquecidos

Guerra Cibernética




Ouça o álbum completo em todas as plataformas digitais ou acesse:


Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5UyZthIGw5EcWAbcAvQPWr

YouTube: https://www.youtube.com/@grinderthrash

Hear Now: https://grinder.hearnow.com




A produção do álbum foi realizada em Atibaia, no estúdio NoQuarto, sob responsabilidade de Karlinhos Velásquez, que também assume guitarras, baixo e backing vocals nas gravações. A bateria ficou a cargo de Edson Ferreira. A arte da capa foi criada por Eliseu Velásquez, que também participa com backing vocals, reforçando o caráter colaborativo e familiar que envolve a construção do disco.




Mais do que uma coleção de músicas, O Ódio Ainda Queima apresenta um retrato crítico e emocional do mundo contemporâneo. As composições transitam entre conflitos individuais e tensões sociais, abordando temas como distorções psicológicas, relações abusivas, luto, desigualdade, violência e polarização ideológica. O álbum também reflete sobre alienação tecnológica, manipulação da informação e os possíveis rumos da humanidade diante de escolhas coletivas cada vez mais complexas. Entre denúncia, introspecção e questionamento existencial, o trabalho constrói uma narrativa intensa que dialoga diretamente com as inquietações do presente.




A identidade musical do trabalho está profundamente conectada à tradição do metal extremo brasileiro, evocando a agressividade sonora e a postura crítica de nomes como Dorsal Atlântica, Korzus, Sepultura e Ratos de Porão, elementos que atravessam o álbum com intensidade e espírito contestador.




Assim, O Ódio Ainda Queima marca a chegada do Grinder ao cenário do metal nacional com uma obra intensa, consciente e artisticamente consistente — um manifesto sonoro poderoso, alinhado às tensões e inquietações do nosso tempo.




GRINDER nas redes: @grinderthrash

Nenhum comentário:

Postar um comentário