Caracterizada pela previsibilidade de retorno e baixo risco ao investidor, a renda fixa engloba desde títulos públicos, como o Tesouro Direto, e privados, como LCI, LCA e CDBs. Os fundos de renda fixa, por sua vez, são uma espécie de carteira que reúne diversos desses ativos. O investidor adquire uma cota do fundo e recebe os rendimentos de forma proporcional.
"Os fundos de renda fixa são investimentos coletivos que aplicam os recursos dos cotistas em ativos como títulos públicos, CDBs, debêntures e outros papéis de baixo a moderado risco", explica Sérgio Guedes, diretor administrativo da SIR Investimentos, que realiza a gestão profissional de fundos. "Por meio deles, o investidor acessa a gestão profissional de recursos, delegando as decisões de investimento a gestores experientes e certificados", acrescenta.
A renda fixa é diretamente influenciada pela taxa Selic - quanto mais alta a taxa de juros, maior a rentabilidade do produto. Apesar da expectativa de um início de um ciclo de queda da Selic pelo Banco Central a partir do mês de março, os especialistas avaliam que o cenário ainda continua atrativo para esse tipo de investimento, já que a taxa de juros ainda deve finalizar o ano em um patamar considerado elevado, de cerca de 12,5%.
"Em 2026, esses fundos seguem atrativos, especialmente diante de um cenário de juros ainda relevantes, que tende a proporcionar boa rentabilidade com menor volatilidade em comparação à renda variável", explica Sérgio. Ainda segundo o especialista, com a possibilidade de ajustes na taxa de juros ao longo do ano, esses fundos podem equilibrar segurança e rentabilidade, sendo importantes tanto para quem busca proteção do patrimônio quanto para quem deseja compor uma carteira mais equilibrada.
O especialista da SIR recomenda ainda um assessoramento profissional, que vai ajudar a analisar o cenário econômico, comparar opções disponíveis no mercado e montar uma carteira de investimento mais eficiente.
"Investir em um produtor individual de renda fixa, como CDB ou LCI, é mais simples e envolve menos variáveis. Mas para montar uma carteira em um fundo, o investidor precisa estar devidamente assessorado", analisa o assessor da SIR Investimentos. “Muitas pessoas focam apenas na rentabilidade passada da carteira, mas nossos profissionais priorizam gestoras consolidadas, com histórico consistente e projetos bem definidos”, diz.
Além disso, Sérgio explica que um acompanhamento contínuo e personalizado é fundamental para garantir segurança e rentabilidade.
“Fundos com maior potencial de retorno costumam exigir prazos mais longos, enquanto estratégias mais defensivas oferecem maior liquidez. Nosso trabalho é equilibrar esses elementos, construindo carteiras diversificadas e coerentes com a realidade de cada cliente”, conclui o especialista.

Nenhum comentário:
Postar um comentário