NiKo entrega pop incendiário em seu disco de estreia, ‘TAKA FOGO’
O sotaque recifense ganha contornos ainda mais quentes na voz de NiKo, cantora e compositora pernambucana que apresenta ao público seu primeiro disco,’TAKA FOGO’, no dia 23 de setembro. Em 14 faixas autorais, a cantora serve um pop pulsante com sua voz marcante e misturas rítmicas cuidadosamente trabalhadas. O álbum chega para incendiar o pop nacional, com sonoridade original e o jeitinho de fazer música que só o Recife tem.
NiKo começou a se apresentar nos palcos locais em 2023 e já tem dois clipes lançados: ‘Corrente Dourada’, single de estreia de sua carreira, e ‘Desopilar’, assinados pela produtora Câmbio Sonoro. Juntas, as faixas, que também integram o disco, já somam mais de 15 mil visualizações em plataformas digitais como YouTube e Spotify. Agora, a artista está pronta para servir muito pop, com o jeitinho recifense de fazer música, no seu primeiro álbum, ‘TAKA FOGO’.
Em 14 faixas, NiKo canta os sabores e dissabores do amor. Os riffs e beats trazem uma pegada dançante, misturando elementos como eletropop, reggaeton, R&B, rock, brega e jazz. O objetivo era fazer um som original, distante dos padrões americanizados frequentemente trabalhados neste gênero musical e, ainda, mostrar toda a versatilidade da artista. “Neste primeiro álbum, eu quis ir pra vários lugares, com um pop alternativo, misturando muitas influências. Cada música tem uma sonoridade diferente, umas mais solares, outras mais noturnas. Eu queria trazer uma proposta para me mostrar versátil e mostrar que eu consigo cantar em vários ritmos”, explica NiKo.
Já as composições, trazem o contraste do amor enquanto cura e dor e a procura de subverter tais confrontos sentimentais. “A forma que as faixas foram organizadas mostra essa oscilação de sentimentos e a busca em se livrar de traços negativos. ‘TAKA FOGO’ representa essa dualidade de mostrar a sensualidade e também queimar o que não serve mais, os padrões negativos que a gente acaba repetindo na vida”.
NiKo esteve envolvida em todas as fases do disco, desde a produção musical, com os produtores El.Trppy e Thiago Brandão, da Câmbio Sonoro, identidade visual, com Vic Monteiro e Laís Brasileiro - que assinam a capa -, produção executiva e direção artística. As fotos do projeto têm a assinatura de Bruno Silva, beleza por Taya Limeira e styling por Xutra. O álbum conta, ainda, com dois feats, um com a cantora Marina Mar e o outro com Hélio Abulidu, que também divide algumas composições com NiKo, bem como Dio Santos, que compôs a seu lado em uma das faixas.
Para a artista, o trabalho feito a várias mãos conferiu ao disco o tom de diversidade e brasilidade que ela buscava. Além disso, a escolha por uma equipe majoritariamente local foi proposital e conceitual, para alcançar a pegada e a sonoridade que só se encontra no Recife. “Imagina consumir pop com as nossas raízes?! Acho que o pop daqui tem as coisinhas da gente, né? Temos muitos talentos nessa cena local: a Duda Beat, que é enorme e já tá com projeção nacional, Uana, que faz questão de se manter aqui no Recife, Sofia Malta, Bela Maria, WAY, Amun-Há, Barbarize. Temos que nos juntar e colocar a cena pra frente porque tem muita gente aqui que gosta de pop”.
Sobre a Câmbio Sonoro
Nascida há 12 anos, a Câmbio Sonoro surgiu como solução para o registro audiovisual de artistas autorais da cena musical pernambucana em uma época em que gravar música e clipe era extremamente complicado. De lá pra cá, o projeto passou por diferentes modelos, tendo atuado em diversas frentes, inclusive com a realização de festivais próprios, como o ‘Câmbio Sonoro na Rua’ e ‘Câmbio Sonoro Apresenta’, e, com o apoio de muitas mãos amigas, chegou ao atual modelo de trabalho: o de produtora audiovisual.
Hoje, com sede localizada no bairro de Candeias, Zona Sul da Região Metropolitana do Recife, a Câmbio Sonoro Records tornou-se gravadora com foco na produção e agenciamento de carreira de artistas locais. Com o objetivo de assessorar e impulsionar carreiras, a produtora dispõe de estrutura completa para gravações de singles, EP’s, álbuns, e videoclipes, passando pela elaboração de arranjos, mixagem e masterização, até o registro de obras e fonogramas, além da distribuição nas plataformas de streaming. Por lá, já passaram nomes como Hélio Abulidu, NiKo, Dio Santos, Raffa Emery, Marina Mar e Combo X, entre outros.
No núcleo base da Câmbio Sonoro, estão os irmãos Thiago Brandão e Bruno Brandão, responsáveis pelas produções executiva e musical de seus clientes, e Bruno Silva, que cuida da fotografia e making off dos projetos. Além deles, a produtora conta com apoio de uma equipe formada por designers, fotógrafos, jornalistas e produtores musicais e audiovisuais, entre outros profissionais, formando uma cadeia produtiva que atua em prol da arte e seus fazedores, oferecendo-lhes assistência geral para que o artista viabilize sua carreira desde os primeiros acordes no estúdio até que esteja preparado para ganhar o mercado de trabalho e, claro, o público.
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