Zerezes e Pavilhão Maxwell Alexandre apresentam experiência artística durante a semana da ArtRio 2026
Créditos: Theo Andrada
Durante a semana que antecede a ArtRio 2026, a Zerezes, marca brasileira reconhecida por seu design autoral de óculos, e o Pavilhão, espaço de arte independente e conceitual criado pelo artista carioca Maxwell Alexandre, se unem para apresentar “Caderno e Projetor”. Com curadoria de Maxwell Alexandre e Lucas Tolezano, Diretor de Criação do Pavilhão, o projeto propõe uma experiência artística que lança luz sobre aquilo que normalmente permanece nos bastidores da criação: o processo.
A iniciativa parte do desejo da Zerezes de ampliar cada vez mais sua atuação no território da arte e da cultura, fortalecendo conexões genuínas com artistas e comunidades criativas. A marca, que tem como um de seus pilares a valorização de uma produção brasileira diversa e autoral, encontra na arte uma forma de explorar diferentes territórios, linguagens e perspectivas.
Em “Caderno e Projetor”, os elementos que dão nome à experiência deixam de ocupar um lugar secundário e passam ao centro da narrativa. Cadernos, desenhos, estudos, fragmentos, ferramentas e projetores revelam etapas do desenvolvimento artístico e transformam o processo de criação em parte da própria experiência expositiva.
Com curadoria de Maxwell e Lucas, a proposta também amplia as possibilidades de diálogo com diferentes artistas. O olhar curatorial parte do processo, permitindo apresentar universos criativos que vão além da pintura e da obra finalizada. A seleção contempla artistas de diferentes regiões do Brasil, nomes como Allan Pinheiro, Gustavo Speridião, Bruna Vernes, Clara Tibery, Renato Santos, Victor Mattina, Matheus Abu, Caio Rosa, Bea Machado, Zé Tepedino, Nina Fontenelle, Arthur Palhano, Maria Antonia, Gabriel Mota, Carla Santana, Thiago Izidoro, Mariana Honório, Ana Neves, Nídia Aranha trazem seus repertórios, regionalismos e maneiras particulares de criar.
A participação de Maxwell Alexandre se estende à curadoria, à construção da narrativa e à condução de um talk sobre processos criativos, desenho, ferramentas e bastidores, propondo uma conversa que vai além do caráter institucional para revelar aspectos menos visíveis da produção artística. A programação de abertura, que marca o início da experiência, reúne Maxwell e os artistas em uma noite dedicada à arte e ao encontro, seguida por uma semana de visitação aberta ao público, do dia 13 ao dia 19. A iniciativa também antecipa, no Rio de Janeiro, alguns dos processos e universos que estarão presentes na exposição de Maxwell, que será lançada em Londres, em outubro.
A iniciativa reforça o posicionamento da Zerezes como agente na cena cultural e sua busca por construir conexões entre design, arte e diferentes manifestações do Brasil. “Caderno e Projetor” convida o público a valorizar tudo que acontece antes da obra chegar em seu momento final.
Sobre a Zerezes
Nascida no Rio de Janeiro há 14 anos, a Zerezes é uma marca de design criada a partir da vontade de transformar a relação das pessoas com os óculos. Desde o início, o design esteve no centro da marca não apenas como expressão estética, mas como forma de pensar o todo. Seu propósito é e sempre foi redesenhar essa relação, tirando o item de um lugar puramente médico e funcional para um território de auto expressão, identidade e cultura. Nessa jornada, a Zerezes se destacou na categoria ao redesenhar o mercado óptico brasileiro, fazendo com que os óculos deixassem de ser vistos como uma necessidade crua para se tornarem protagonistas da personalidade de quem os usa. Com lentes inclusas, transparência na jornada de compra e uma curadoria pautada em design, narrativa e qualidade, a marca coloca as pessoas no centro, simplificando a experiência e investindo em uma gama de produtos que se conecta com diferentes perfis e nichos. Hoje, a Zerezes está presente em 40 lojas pelo Brasil e segue em expansão nacional, levando para mais cidades um jeito contemporâneo de comprar óculos.
Sobre o Pavilhão Maxwell Alexandre
O Pavilhão Maxwell Alexandre é a capela exclusiva do artista, uma tentativa de curar e exibir em tempo real suas elaborações e interesses. É onde congrega toda sua mitologia ainda em desenvolvimento: trabalhos inacabados poderão ser apresentados, sem tanta tensão comercial e burocracias que reivindicam o objeto de arte pronto, seguro e imaculado. Essa é uma premissa fundamental da nova edificação em comparação à circulação de obras de arte no mercado e nas instituições vigentes. O artista entende que seu Pavilhão é o lugar do risco, de mostrar vulnerabilidade, trabalhos ainda em fases imaturas, duvidosas e constrangedoras.
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