O grupo lançou manifestos, publicou panfletos poéticos em forma de guardanapo, entrou em rota de colisão com a Academia Paraibana de Poesia e fez apresentações ousadas em bares, teatros e festivais literários. Na época, a Academia classificou o grupo de “piores que o papel higiênico”. As declarações geraram repercussão a favor e contra o grupo na imprensa paraibana, de jornalistas e escritores. Nomes como Carlos Aranha, Ricardo Anísio, Walter Galvão, Hildeberto Barbosa Filho, Abraão Cost´Andrade, Saulo Mendonça, Jairo Rangel Targino, entre outros, escreveram sobre o Poecodebar.
O Poecodebar se apresentava em circuitos alternativos (como o Atelier Casa Velha), em bares e em eventos, como o Congresso de Teoria e Crítica Literária no Teatro Severino Cabral, em Campina Grande, e o Festival de Artes de São Cristovão (Sergipe).
O livro reúne toda essa história, com artigos publicados na imprensa na época a favor e contra o grupo, poemas coletivos, manifesto e imagens inéditas do Poecodebar. O grupo era formado por Alexandre Palitot, Fábio Albuquerque, Linaldo Guedes e Wilton Júnior – todos eles estudantes do curso de Comunicação Social da UFPB, na época. Durou de 1990 a 1993.
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