quarta-feira, 11 de março de 2026

Cirurgia refrativa: a liberdade de tirar os óculos



O pós-operatório da cirurgia refrativa costuma ser considerado tranquilo e de rápida recuperação, especialmente com o avanço das técnicas mais modernas.
Com as novas tecnologias e a adoção de protocolos de segurança bem estabelecidos, o procedimento tem se consolidado como uma alternativa eficaz para quem deseja enxergar com mais nitidez e reduzir a dependência de recursos ópticos, como óculos e lentes de contato. Mas para o sucesso, o acompanhamento adequado no pós-operatório é parte essencial desse processo, contribuindo para resultados satisfatórios e duradouros.


Para o oftalmologista Fernando Ventura, diretor do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), procedimentos como PRK, Femto-LASIK e SMILE, têm proporcionado maior conforto e segurança aos pacientes, com retorno breve às atividades cotidianas. Nos casos de LASIK e SMILE, a melhora da visão geralmente já é perceptível entre 24 e 48 horas após o procedimento. Nas primeiras horas, é comum que o paciente apresente leve ardor ou lacrimejamento, sintomas considerados normais e passageiros. Já no PRK, a recuperação visual tende a ser um pouco mais lenta, podendo variar de alguns dias a algumas semanas. Nesse período, pode haver leve ardência e sensibilidade à luz, que também costumam regredir gradualmente.


“Para garantir uma recuperação mais rápida e segura, alguns cuidados são fundamentais. O uso correto dos colírios prescritos pelo oftalmologista é indispensável, assim como evitar coçar os olhos, mesmo diante de eventual desconforto. Também é recomendado o uso de óculos escuros ao sair de casa, protegendo os olhos da luminosidade excessiva, além do comparecimento às consultas de revisão, que permitem acompanhar a cicatrização e a evolução da visão”, explicou o oftalmologista Fernando Ventura, diretor do IOFV.


Mais do que um procedimento estético ou de conveniência, a cirurgia refrativa representa um avanço significativo na qualidade de vida de pessoas com miopia, hipermetropia e astigmatismo. Ao corrigir o grau, a técnica possibilita maior independência do uso de óculos ou lentes de contato, facilitando atividades profissionais, esportivas e do dia a dia. Para muitos pacientes, trata-se de uma mudança que impacta diretamente na autoestima, no conforto e na liberdade visual.

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