O Jungle Beat é uma plataforma de impacto cultural e ambiental que se desdobra em uma turnê imersiva com performances ao vivo, projeções visuais, aromas de óleos nativos e degustações com ingredientes da floresta. O projeto, que está em sintonia com a COP-30, também vai promover talks e encontros com artistas, lideranças indígenas e formadores de opinião, abordando temas como inovação cultural, ancestralidade e música eletrônica.
O projeto artístico que nasce para dar voz à floresta e misturar os ritmos ancestrais com a potência da música eletrônica, reúne música eletrônica, cultura indígena e experiências sensoriais em uma turnê com passagens por festivais, hotéis, resorts e eventos corporativos com foco ESG Djuena Tikuna, uma das maiores cantoras indígenas do Brasil, e Naka, artista amazônico.
A estreia acontece no próximo dia 4 de agosto, no Estádio do Pacaembu, com o painel “O futuro da floresta depende das vozes que ecoam por ela” e LIVE ACT especial com Eloy, Djuena Tikuna e Naka. A turnê passará ainda por festivais de música, hotéis, resorts e eventos corporativos, oferecendo experiências de conteúdo, sensorialidade e impacto real.
Djuena Tikuna é cantora, compositora, atriz e jornalista indígena. Também é uma das vozes mais potentes da música contemporânea brasileira. Com raízes na aldeia Umariaçu II, no Alto Solimões, ela canta em sua língua como forma de resistência e afirmação cultural. Ao seu lado está Naka, artista da Amazônia que carrega a malemolência da cumbia e a força do beiradão, conectando raízes profundas a batidas que atravessam o Brasil. “Canto na minha língua Tikuna como forma de resistência e afirmação da nossa existência. O Jungle Beat vai levar nossa voz para o mundo. É a floresta ecoando por meio da arte, da música e da ancestralidade”, afirma Djuena Tikuna.
O Jungle Beat também contará com a participação de DJs convidados do Brasil e do exterior e já prepara novos singles com grandes nomes da música eletrônica interagindo com artistas da Amazônia, promovendo encontros inéditos entre a ancestralidade e a inovação.
“É muito bom ver o movimento da música eletrônica, nesse momento de ascensão da cultura amazônica, se voltando para o trabalho dos artistas locais. Eu também venho desse movimento e acredito que o Jungle Beat marca um novo capítulo neste enredo cultural, em que a Amazônia se conecta, de fato, com o mundo”, diz Naka.
Como parte da missão de fortalecer a cena musical local e ampliar o alcance, o projeto dará origem a um programa de desafios de DJs que será exibido na programação da Rede Amazônica (afiliada da TV Globo). A iniciativa levará a força da floresta para milhões de lares, revelando novos talentos da região e democratizando o acesso à cultura eletrônica com identidade amazônica.
“Ter a oportunidade de co-criar com artistas como Djuena e Naka é emocionante. A musicalidade amazônica se encaixa lindamente no Afro House, criando uma experiência única na pista — e também na alma”, finaliza Eloy, produtor musical, co-fundador do Jungle Beat e fundador da Methodus DJ School.
“Jungle Beat” já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.

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