As atividades, gratuitas, têm o objetivo de aproximar crianças e adolescentes das tradições de Pernambuco, por meio da música, da dança e da ancestralidade, colaborando com abordagem positiva da história e culturas indígena, africana, afro-brasileira de acordo com as leis 10.639/03 e 11.645/08. “Nós vamos abrir reflexões antirracistas importantes para toda sociedade, em aspectos culturais, éticos e poéticos. Entretanto, agir na escola pública valoriza a educação como o grande projeto de transformação social”, afirmou Ivana Motta, responsável pela iniciativa.
Na segunda-feira (15), a Escola Municipal Senador José Ermírio de Moraes, em São Lourenço da Mata, vai receber a musicista Kelly Rabequeira (de Aliança) para a realização da oficina “A rabeca vai pra escola”, compartilhando as suas experiências com o instrumento. No dia seguinte (16), será a vez da Escola Oscar Carneiro, em Camaragibe, ser o palco do Grupo de Dança Frevo, Capoeira e Passo (de Olinda), que vai celebrar os seus 40 anos de resistência.
Na quarta-feira (17), o educador social e professor de danças populares, Mestre Tonho das Olindas vai levar a oficina “O frevo é negro” para a Escola Oscar Carneiro, localizada em Camaragibe. Por fim, na quinta-feira (18), o Grupo de Dança Frevo, Capoeira e Passo vai aterrissar na Escola Municipal Senador José Ermírio de Moraes, em São Lourenço da Mata.
O Festival Tramas Negras é realizado pela Okutá Produções e apoiado pela Gira Articulações. O incentivo é da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura/Estado de Pernambuco (PNAB-PE). A programação acontecerá entre os dias 19 e 21 de setembro. Mais informações: Instagram @tramasnegras.

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