segunda-feira, 6 de abril de 2026

Livro "A Modernidade Caiu na Rede: A arte, a cultura e a economia no mundo da Inteligência Artificial" será lançado em abril



Por que os homens aceitaram que um pequeno grupo de big techs se apropriasse do conhecimento acumulado da humanidade para lucrar com ele?

Essa indagação perpassa o livro “A Modernidade Caiu na Rede: A arte, a cultura e a economia no mundo da inteligência artificial”, do escritor e economista Armando Avena, que terá um pré-lançamento no dia 16 de abril, na Bienal do Livro Bahia.


Este é o 12º livro de Armando Avena, que é professor-doutor da Universidade Federal da Bahia, membro da Academia de Letras da Bahia e colunista do jornal A Tarde. O livro reúne uma série de textos lítero-sociais tendo como tema o domínio das redes sociais e da inteligência artificial.


A obra, que terá lançamento oficial no dia 23 de abril, promete causar polêmica, pois o autor sustenta que, da forma como foi imposta à sociedade, a inteligência artificial pode desestimular ou mesmo dar um fim à autoria.


Segundo Avena, algumas poucas empresas, chamadas de big techs, se apropriaram de todo o conhecimento humano acumulado durante séculos e o disponibilizam de acordo com os seus interesses financeiros e políticos. E isso tem impacto não só na produção de mercadorias, mas na produção social da arte e da cultura.


O livro começa abordando a contribuição do poeta Charles Baudelaire e do filósofo Karl Marx na análise das mudanças que ocorreram no mundo no século XIX e de como eles criaram o conceito de modernidade. A partir daí, Avena afirma que essa modernidade caiu na rede, e que hoje existe uma nova modernidade moldada pelas redes sociais e pela inteligência artificial.


“Se no século XIX, a vida se vivia nas fábricas de Londres e nos bulevares de Paris, hoje se vive nos feeds luminosos do Instagram e do TikTok”, diz Avena, acrescentando que essa nova modernidade está sendo regulada, cada vez mais, pela inteligência artificial.


A Modernidade caiu na rede é composto de textos, com tom literário, que passeiam pelas ideias de pensadores que estão atualmente analisando o impacto das redes sociais e da IA na sociedade, a exemplo de Byung-Chul Han, Christian Fuchs e Franco Berardi. São “fragmentos de crítica em tempo real” que fazem da análise crítica um exercício de literatura, diz a orelha da publicação.


No livro, será possível ver Dante Alighieri reunindo os pensadores liberais para discutir a ascensão da direita no século XXI. E Karl Marx dizendo que a inteligência artificial não é nenhuma novidade e que pode ser a mãe do socialismo.


O livro terá pré-lançamento na Bienal do Livro Bahia, no dia 16 de abril, no Centro de Convenções de Salvador; e o lançamento será no Shopping Salvador em 23 de abril.


A publicação é da editora Caramurê, de Salvador, e estará disponível na Amazon a partir do dia 16 de abril.


 


Serviço


A Modernidade Caiu na Rede - A arte, a cultura e a economia no mundo da Inteligência Artificial


Autor: Armando Avena


Editora: Caramurê


Preço: a definir


101 páginas


1ª edição / 2026


Formato: 15,5 x 23 cm


Idioma Português


Venda disponível na Amazon - a partir de 15 de abril


ISBN: 978.85.94311.85.6


 


Pré-lançamento:


Dia 16 de abril – Bienal do Livro da Bahia no Centro de Convenções de Salvador. No stand da editora Caramurê. A partir das 16 horas.


Lançamento:


Dia 23 de abril - Shopping Salvador, piso L1. Local: Varanda do Amado do Shopping Salvador. A partir das 17 horas


 




Sobre o autor


Armando Avena é economista, jornalista e escritor. Membro da Academia de Letras da Bahia, é professor-doutor pela UFBA – Universidade Federal da Bahia. É autor de 11 livros, com destaque para os romances: Luiza Mahin (Geração); Maria Madalena: O evangelho segundo Maria (Geração); Recôncavo (Versal) e o Afilhado de Gabo (Relume Dumará). Seu livro “O Manuscrito Secreto de Marx” (Ed. Casarão do Verbo) foi finalista do Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional em 2012. É professor da Ufba e assina coluna semanal no Jornal a Tarde de Salvador.

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