Imagine: bonecos gigantes de políticos acovardados, fantasias flamejantes com faixas "PEC da Bandidagem Não!", e um mar de foliões que, em vez de confetes, atira argumentos afiados contra a blindagem do Congresso inimigo do povo. Aqui, o carnaval não é fuga; é arma. A resistência brota das mesmas ruas que já viram ditaduras caírem e democracias renascerem. É o povo ocupando o asfalto, mas com o gingado pernambucano: "Nossa missão é ocupar as ruas do Brasil.
No Eu Acho É Pouco, a consciência democrática vira batucada. Não há espaço para o silêncio cúmplice – só para o frevo que denuncia, o samba que educa e a alegria que resiste. Siga o Dragão, vista a camisa 2025 e venha marchar: porque soberania sem anistia é o hino mais bonito que Recife já ouviu. #SemAnistia #EuAchoEPouco2025 #PrisãoParaTodosOsGolpistas. O carnaval nos lembra: a folia é resistência, e a resistência é o pulso da democracia viva.

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