Ao longo do encontro, Rashid fala sobre o equilíbrio entre maturidade e sensibilidade no processo criativo, refletindo sobre como a visão de mundo influencia diretamente aquilo que se produz. “Precisa ter a malícia, mas a inocência faz a gente sonhar maior”, afirma o artista ao comentar sobre a importância de preservar a capacidade de imaginar possibilidades mesmo diante das dificuldades e aprendizados da vida.
A conversa também percorre sua relação profunda com a música, tanto como artista quanto como admirador. Ao revisitar memórias e referências que ajudaram a formar sua identidade artística, Rashid destaca como a escuta também é parte fundamental da criação. “Enquanto artista e fã, enquanto eu ouço as músicas eu visualizo como se eu tivesse escrito. Às vezes a gente se coloca nesse lugar, de criador, não só de fã”, conta.
Entre relatos pessoais e reflexões sobre mercado, trabalho e propósito, o episódio amplia o debate para os valores que sustentam uma trajetória artística ao longo do tempo. Rashid compartilha ainda sua visão sobre sucesso e sobre a relação entre trabalho e realização pessoal: “Que o dinheiro não seja a coisa principal da nossa existência. Que não falte, mas não trabalhe pra caramba pra morrer com um monte de coisa na gaveta”.
Encerrando a temporada, o episódio reúne memórias, aprendizados e perspectivas sobre arte e existência, em uma conversa que atravessa criação, legado e as escolhas feitas ao longo do caminho.
Serviço >> Mano a Mano – 20º Episódio
Episódio: JÁ DISPONÍVEL em vídeo, no Spotify – convidada: Rashid.
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