A exposição reúne obras históricas e produções inéditas de Adriana Varejão e Rosana Paulino, a curadoria feita por Diane Lima propõe um diálogo sensível entre natureza, memória, espiritualidade e história. Em uma abordagem instalativa que tensiona a arquitetura do Pavilhão do Brasil, as artistas exploram aproximações simbólicas, cromáticas e matéricas, evocando processos de metamorfose, reconstrução e permanência. As obras convidam o público a uma experiência imersiva e contemplativa, em que diferentes temporalidades, narrativas e materialidades se entrelaçam de maneira fluida e sensorial.
Entre os presentes estavam Amanda Carneiro, Ana Helena Godoy Pereira, Andrea Pereira, Andrea Pinheiro, Antonio Lessa, Diane Lima, Frances Reynolds, Helio Menezes, José Olympio Pereira, Maguy Etlin, Pâmela Joyner, Roni Máximo, Tadáskía, Thiago de Paula, Xênia França, entre outros.
Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia
Exposição: Comigo ninguém pode
Comissária: Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo Curadoria: Diane Lima
Participantes: Adriana Varejão e Rosana Paulino
Expografia: Daniela Thomas
Assistente de curadoria: Giovanna Querido
Local: Pavilhão do Brasil
Endereço: Giardini Napoleonici di Castello, Padiglione Brasile, 30122, Veneza, Itália
Pré-abertura: 5 a 8 de maio de 2026
Data: 9 de maio a 22 de novembro de 2026

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