quinta-feira, 20 de novembro de 2025

E se um feitiço de amor pudesse reverter a morte?



Em "O mel do cemitério é mais doce", T. L. Krauspenhar apresenta um pacto inesperado e sombrio, selado no interior gaúcho dos anos 60. É Julieta quem o desperta, movida por um amor que beira a obsessão.
Ela invoca uma entidade ancestral para ter o amor de Josué pela eternidade - mas, o que não imaginava é que o encantamento exigiria algo terrível em troca: a morte da rival, Francisca.


O mistério envolve uma cabra trazida de volta à vida, rituais de sacrifício, um mel escarlate mágico e criaturas horripilantes, como as abelhas carniceiras. Tem coragem de mergulhar nesse feitiço? 🐝


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E se um feitiço de amor pudesse reverter a morte?


Em "O mel do cemitério é mais doce", T. L. Krauspenhar une horror romântico e fantasia gótica a um cenário rural e sobrenatural


No outono de 1961, Nova Petrópolis se comove com a morte de Francisca Vogel Kronbauer, uma jovem de 15 anos. Em meio ao pesar, ninguém desconfia do crime que se oculta sob a tragédia. A história de O mel do cemitério é mais doce começa quando Julieta Klein, tomada pela paixão por Josué Schneider, se vê devastada com o romance entre ele e Francisca, uma moça bela e rica. A pretendente perfeita se torna namorada do rapaz, herdeiro dos apicultores da região e de um temperamento gentil. Sentindo-se esquecida, Julieta se deixa consumir por uma obsessão doentia. 


Em meio à dor e ao ressentimento, a jovem encontra no cemitério uma saída sobrenatural: um pacto de sangue com a Abelha Vermelha, entidade antiga que, sob a servidão da Aranha Branca – Tecedeira do Destino –, manipula os fios invisíveis que conectam vida, morte e desejo. O que a deusa da fertilidade propõe é um laço de amor eterno com Josué; contudo, ele deverá mergulhar em luto profundo para se apaixonar por Julieta. Ela, então, trama o assassinato da rival. 


A partir desse pacto, forças ancestrais despertam e, no alto da colina, abelhas-carniceiras produzem o mel escarlate. O néctar é capaz de enfeitiçar um coração – caminho que, depois de iniciado, não tem mais volta. À medida que o encantamento avança, Josué é atraído por Julieta mais e mais, guiado por uma força inexplicável. Mas nem tudo permanece escondido para sempre. 


Nesta Leitura Coletiva, o autor T. L. Krauspenhar evoca memórias da infância no interior gaúcho e constrói um universo onde folclore e mitologia original se encontram. Inspirado pelas férias em Nova Petrópolis, entre milharais, apiários, fogões a lenha e o cemitério que o assombrava, ele transforma o cotidiano rural em palco para o amor obsessivo, a magia e a vingança.  


Até onde você iria para não perder quem ama? 


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Conheça o autor: Thiago Luz Krauspenhar nasceu em Santa Cruz do Sul (RS), em 1984. Engenheiro de Materiais pela UFRGS, com mestrado na mesma área, descobriu em 2017 que cadernos antigos guardavam mais do que lembranças: ali estavam as sementes de uma vocação adormecida. Do retorno às histórias escritas na adolescência nasceu o primeiro romance, A Última Cor, vencedor do segundo lugar no II Prêmio Book Brasil na categoria “Romance de Entretenimento”. 


Leitor voraz e apaixonado por horror desde cedo, Krauspenhar bebe de referências como Stephen King, Edgar Allan Poe, H. P. Lovecraft e Agatha Christie. A escrita do autor combina atmosfera sombria, tensão crescente e uma sensibilidade poética que revela o lado mais humano do terror. Atualmente, vive em Macaé (RJ), onde equilibra a rotina da engenharia na indústria do petróleo com a escrita. 

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