A startup recifense Super Nina é uma das concorrentes diretas à vaga para representar o Brasil na final mundial, que acontece no Vale do Silício (EUA), com premiação de U$ 1 milhão de dólares. A ferramenta desenvolvida por ela atua na escuta e identificação de denúncias de assédio e violências sofridas por mulheres em diferentes contextos, especialmente no ambiente corporativo e educacional.
“A Super Nina nasceu para dar voz a quem muitas vezes é silenciada. Estar entre as finalistas da Startup World Cup é a prova de que tecnologia com propósito transforma realidades", comemora Simony Cesar, fundadora e CEO da empresa.
Além da Super Nina, participam da final nacional as startups Biofábrica, IRISK, Dana Agro, Luckie Tech, MicroGene, FlakeFlow e Peoplefy com soluções voltadas à sustentabilidade, agricultura, inteligência artificial, saúde e gestão para pequenas empresas.
Sobre a Super Nina
A Super Nina é uma startup de impacto social, com foco em desenvolvimento em tecnologia, consultoria que atua no combate à violência de gênero em espaços públicos e fábrica de softwares. A empresa tem como principal case o combate à violência de gênero, que é utilizado por algumas prefeituras, como a Prefeitura de Fortaleza. A empresa oferece um canal padronizado de denúncias e soluções tecnológicas que ajudam a construir cidades mais seguras e inclusivas. Por meio de treinamento de pessoas, coleta de dados e suporte à tomada de decisões, a Super Nina impacta positivamente áreas com grande circulação de pessoas, promovendo uma mobilidade mais segura e equitativa para todos.

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