“A Imperatriz” enaltece a força e o brilho pessoal de cada indivíduo, mas se dirige especialmente às mulheres, como um elogio ao sagrado feminino e à conexão com a espiritualidade e o vasto universo emocional da mulher. Pode ser ouvido como um mantra, um canto de exaltação à Natureza, à afirmação do poder feminino e às medicinas da terra. É, em suma, um canto de amor à mãe-terra, a sagrada Pachamama.
A cantora niteroiense Daíra tornou-se conhecida por ser a primeira artista a cantar a obra do bardo Belchior, no disco “Amar e Mudar as Coisas”, quando o artista ainda era vivo - embora, por conta de imbroglios autorais, o disco só tenha sido lançado depois da morte do autor.
Agora, Daíra prepara seu primeiro álbum autoral, produzido pelo parceiro Zeca Baleiro, a ser liberado em formato de singles a partir de agosto, até o lançamento do disco completo. Antes disso, a cantora e compositora dispara o single “A Imperatriz”, fruto de experimentações de voz e violão que fez com o também parceiro Lucas Nunes, produtor de “Meu Coco”, último disco de Caetano Veloso, e integrante do grupo Bala Desejo.

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